A telemedicina virou uma necessidade com o distanciamento social
Dicas de saúde Seguros

Telemedicina no Brasil: benefício que veio para ficar

A telemedicina virou uma necessidade com o distanciamento social

A telemedicina virou uma necessidade com o distanciamento social

Com o surgimento do coronavírus e da pandemia da covid-19, veio a necessidade do isolamento social e, com isso, o dilema: como as pessoas podem ter acesso a um atendimento médico no meio de uma crise sanitária que demanda a restrição da mobilidade? Uma das soluções já estava bem em mão: a telemedicina.

Mas o que é a telemedicina?

As autoridades foram ágeis e aprovaram em abril de 2020 a Lei nº 13.989, que que estabelecia o uso da telemedicina no país. A lei se utiliza da definição do serviço feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), no qual entende-se por telemedicina “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde”. A natureza remota das consultas não desobriga o profissional de seguir os padrões técnicos e éticos de um atendimento presencial. O médico deve informar ao paciente as limitações da telemedicina, como a impossibilidade da realização de exames físicos.

Agora, você já sabe o que é a telemedicina. Mas como o serviço pode fazer a diferença na melhoria ao acesso de atendimento médico aos brasileiros? Continue a leitura que o blog Cuidado Pra Vida vai te explicar!

A importância do serviço para o Brasil

A crise sanitária acelerou uma legislação a respeito, mas a telemedicina é uma pauta discutida há muito mais tempo. A definição do CFM citada acima, foi feita em 2002 na sua resolução disciplinando a prestação do serviço no país e a Organização Mundial da Saúde (OMS), já na década de 90, reconhecia sua importância. Para a OMS, a telemedicina pode fazer a diferença principalmente nos casos nos quais a distância torna impeditiva a oferta de serviços ligados à saúde.

E em um país de dimensões continentais como o Brasil, as distâncias são apenas uma das dificuldades que aumentam a complexidade de uma plena democratização dos serviços médicos. A má distribuição dos médicos no território brasileiro é outro problema. De acordo com o estudo Demografia Médica de 2018, o Brasil possui apenas 2,1 médicos a cada 1000 habitantes. E comparando o acesso à medicina nas capitais e nas cidades do interior, a desigualdade é ainda maior: como mais 50% dos médicos em atividade estão nas 27 capitais, no restante das cidades brasileiras têm uma média de apenas 1,28 médicos para cada 1000 habitantes.

Além disso, há problemas mesmo para quem tem um acesso mais fácil ao atendimento. O Sistema Único de Saúde (SUS), apesar de sua grande capilaridade, sofre com a falta de investimentos e o congestionamento, já que menos de 30% dos brasileiros têm os planos particulares como opção.

Ou seja, é indiscutível que o acesso à saúde e a médicos está muito aquém do necessário para atender a toda população do país. O que se espera da telemedicina é que ela seja a ferramenta ideal para mudar essa realidade.

A hora e a vez da telemedicina

A pandemia tornou mais evidente a importância do atendimento médico remoto e ajudou a difundi-lo no Brasil. Mas se a necessidade do isolamento social e os hospitais lotados por causa da crise sanitária e as dificuldades para uma democratização do atendimento médico certamente foram um incentivo, não são as únicas razões para o avanço e a consolidação da telemedicina no país.

Com o alcance da internet no Brasil, que chegou a quase 80% dos domicílios do país em 2019, se ampliando constantemente, as consultas por videoconferência se tornam uma opção de atendimento médico para a grande maioria dos brasileiros. Os avanços tecnológicos, como a chegada do 5G, garantirão uma qualidade ainda melhor para as transmissões e uma maior aceitação do serviço.

Os investimentos em conectividade devem servir para consolidar a telemedicina em definitivo no país, por trazer soluções mais rápidas para problemas históricos. Guilherme Hummel, coordenador científico do Healthcare Information and Management Systems Society (HIMMS), lembra que, com boa conectividade, 5% dos médicos do Brasil poderiam atender remotamente mais de 4 milhões de pacientes ao mês. E que esses números podem ser atingidos com o auxílio de qualquer celular, tablet ou computador.

A Colo da Mãe tem o Médico na Tela, a telemedicina da SulAmérica

Contar com a possibilidade de um atendimento médico remoto é uma forma de cuidar da saúde. E como a Colo da Mãe oferece aos seus clientes o cuidado para todos os momentos, todos os seus planos vem com o Médico na Tela, a telemedicina da SulAmérica.

Com o Médico na Tela, os titulares dos planos Colo da Mãe têm acesso à orientação médica por videoconferência a qualquer hora e em qualquer lugar. na ocorrência de qualquer um dos mais de 40 sintomas cobertos, é só ligar, falar com um especialista e pegar sua receita médica, caso necessário. Tudo isso 24 horas por dia, sete dias por semana e por um valor mensal difícil de ser batido: a partir de R$16,48.

Garanta as consultas ilimitadas do Médico na Tela contratando a tripla proteção da Colo da Mãe. Para saber mais detalhes do serviço acesse nosso site. Depois, é só montar seu plano e ter o cuidado que você precisa pra sua vida!

Você também pode gostar...

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *