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A vacinação na luta contra o coronavírus e a desinformação

 

O começo da vacinação contra a covid-19 fez aumentar a frequência das fake newsO começo da vacinação contra a covid-19 fez aumentar a frequência das fake news

Em janeiro começou no Brasil a vacinação contra o coronavírus. A imunização chega em boa hora, já que a pandemia da covid-19 está em um dos seus momentos mais críticos no país. Mas há problemas, desde questões logísticas até o número insuficiente de doses que são disponibilizadas para a população.

Mas há um outro fator que prejudica a vacinação, nesse caso, algo completamente evitável: a epidemia de fake news. Ou seja, a propagação de informações equivocadas ou inverídicas sobre as vacinas.

Combater a desinformação é ajudar a vacinação

Já falamos aqui no blog sobre os movimentos antivacina e como eles podem ser prejudiciais para a saúde pública. Em um cenário de pandemia, a desinformação é ainda mais grave e deve ser combatida a todo custo. Se informar sobre a vacinação apenas em fontes confiáveis, compartilhar conhecimento e denunciar as fake news – por meio de ferramentas como o aplicativo Eu Fiscalizo, da Fiocruz ou enviando mensagens para (61) 99333-8597, WhatsApp do programa Saúde Sem Fake News, criado pelo Ministério da Saúde – são formas de contribuir para o sucesso da imunização.

Vacinação x Fake News

O controle da pandemia de coronavírus depende da adesão em massa da população à vacinação. É preciso que mais de 70% da população tenha se imunizado para que isso aconteça. E diminuindo a credibilidade das vacinas disponíveis, as fake news deixam essa meta mais distante.

Para esclarecer seus leitores, o blog Cuidado pra Vida traz algumas das fake news sobre a vacinação mais disseminadas entre as pessoas e explica por que elas não são verdadeiras.

As vacinas não são eficazes – a CoronaVac e a vacina de Oxford são os dois imunizantes em utilização no país (com autorização de uso emergencial). Nos testes no Brasil, a primeira apresentou eficácia geral de 50,38%, com 78% para casos leves e 100% para casos graves. Já a Vacina de Oxford apresentou 76% de eficácia na primeira dose e 82,4% de eficácia geral com uma segunda dose aplicada após um intervalo de três meses. A vacina da Pfizer, que  já teve seu registro definitivo aprovadopela Anvisa e deve ser o próximo imunizante a chegar ao país, mostrou ser 95% eficaz. Todas essas vacinas estão acima da eficácia mínima exigida, tanto pela OMS como pela Anvisa, que é de 50%.

Vacinas chinesas não são confiáveis – a informação mais importante aqui é a seguinte:todo imunizante é desenvolvido sob rigorosos protocolos internacionais, que regem os estudos clínicos necessários para sua aprovação. Sendo assim, independente da sua origem, qualquer vacina que seja aprovada pelos órgãos reguladores de saúde é eficaz o bastante e segura para o uso na população. E vale lembrar que até o momento, dos dois imunizantes utilizados na vacinação no país, um foi desenvolvido na China e o outro tem seu ingrediente farmacêutico ativo produzido na indústria chinesa.

A vacinação pode alterar o DNA – os boatos sobre “modificação genética” foram alimentado pelas chamadas vacinas genéticas. Dois tipos de imunizantes utilizam esta nova tecnologia: as vacinas de RNA – como a da Pfizer – e as de DNA.

Nas de RNA, os compostos presentes em uma dose nem passam perto do nosso DNA, que fica no núcleo das nossas células. Já as vacinas de DNA até são lidas no núcleo celular, mas não podem fazer qualquer alteração no nosso código genético porque usa uma molécula chamada plasmídeo, que não tem a capacidade de se integrar ao DNA humano.

Para entender melhor como funcionam as vacinas genéticas e porque “vacinas modificando nosso DNA” é apenas mais uma fake news, leia este artigo.

A vacinação pode causar outras doenças – um dos principais critérios para a aprovação de uma nova vacina é a sua segurança, porque a imunização é feita em pessoas saudáveis para prevenir, e não para tratar enfermidades. Sendo assim, uma vacina segura não causa doenças. Em raros casos, com imunizantes que usam vírus atenuado, podem ocorrer alguns sintomas similares ao da doença que foi destinada a combater.

A imunidade gerada pela vacinação não dura muito tempo – essa é uma fake news por um motivo muito simples: a duração da imunidade das vacinas contra a covid-19 ainda é desconhecida. A continuação dos testes clínicos trará uma resposta precisa para essa questão, mas as empresas responsáveis pelo desenvolvimento dos imunizantes estimam que a imunidade deve durar pelo menos um ano, o mesmo que as vacinas para outras variações do coronavírus, como o Sars.

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