Vacinas são uma proteção necessária para pessoas de todas as idades
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Vacinas: os idosos também precisam desta imunização

Vacinas são uma proteção necessária para pessoas de todas as idades
Vacinas são uma proteção necessária para pessoas de todas as idades

Com o coronavírus ainda infectando dezenas de milhares de pessoas ao redor do globo, as atenções do mundo se voltam aos laboratórios farmacêuticos. De um deles virá a solução para pôr um fim à pandemia de covid-19. E ela será com o desenvolvimento de vacinas.

Vacinas sob ataque

Mesmo que tenham eficácia comprovada desde a sua descoberta no fim do século XVIII, as vacinas sempre foram alvo de ataques de grupos que contestam desde sua efetividade e sua segurança até questões éticas, como dizer que as campanhas de vacinação podem ferir liberdades individuais.

Ainda assim, mesmo que alguns grupos insistam em negar, os fatos estão a favor das vacinas. Foram elas que erradicaram do Brasil doenças como a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a difteria. E foi a diminuição das coberturas vacinais no país nos últimos anos que tornou estas mesmas doenças uma ameaça à saúde pública brasileira mais uma vez. Ou seja, quanto mais gente vacinada, mais imunizada fica a população.

Vacinas: indicadas para todas as idades

É comum associarmos a vacinação a um cuidado que pais devem ter com seus filhos. Mas a realidade não é bem essa. Pessoas de todas as idades, de recém-nascidos até os idosos, precisam tomar as vacinas indicadas para suas faixas etárias.

E a vacinação em pessoas da melhor idade não pode ser deixada de lado. Depois dos 60 anos, nosso sistema imunológico passa por um enfraquecimento natural, deixando os idosos mais suscetíveis à incidência de doenças virais e bacterianas.

Mesmo que se crie uma rotina de hábitos saudáveis – confira as dicas de saúde do blog Cuidado pra Vida aqui – a forma mais efetiva de se evitar doenças contagiosas ainda é a vacinação.

Confira as vacinas para a melhor idade

A Sociedade Brasileira de Imunizações e a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia desenvolveram o calendário de vacinação do idoso. Este calendário inclui oito vacinas que combatem as seguintes doenças:

Gripe (influenza) – para alguns, é uma doença que não merece muita atenção. Mas para quem atingiu certa idade, com o enfraquecimento do sistema imunológico e de alterações da capacidade respiratória, uma simples gripe pode gerar complicações como a pneumonia. A vacina é recomendada para quem tem mais de 55 anos.

Pneumonia pneumocócica – previne o surgimento de pneumonia e meningite bacteriana, além de prevenir que a bactéria Streptococcus pneumoniae se espalhe no organismo e cause uma infecção generalizada do organismo. É principalmente indicada para idosos com maior risco de infecção, como os que vivem em casas de repouso comunitárias.

Febre amarela – sendo transmissível por picada de mosquitos, a vacina é recomendada para todos – idosos inclusive – que morem em áreas endêmicas, com ampla ocorrência deste inseto. Quem for viajar para áreas consideradas de risco ou quando há exigência internacional da imunização também precisa se vacinar. Idosos com a imunidade comprometida devem evitar sua aplicação.

Meningite – a vacina protege contra a bactéria Meningococo que, ao se espalhar pela corrente sanguínea, causa infecções graves como a meningite meningocócica e a meningococcemia (infecção generalizada).

Herpes zóster – provocada pela reativação do vírus da catapora – que pode permanecer alojado por vários anos no organismo – o herpes zóster provoca o surgimento de bolhas na pele, pequenas, avermelhadas e dolorosas. Mais comum em pessoas com a imunidade enfraquecida (algo comum entre os idosos), é uma infecção que pode deixar sequelas duradouras na pele.

Tétano e difteria – as duas doenças infecciosas – a primeira pode ser fatal e a segunda é muito contagiosa – podem ser evitadas com a aplicação das vacinas dupla viral (dT) ou tríplice bacteriana do adulto (dTpa), que além do tétano e da difteria, garante proteção contra o coqueluche.

Sarampo, caxumba e rubéola – pessoas que nunca foram infectadas ou que não tenham recebido as duas doses da vacina ao longo da vida precisam de sua aplicação em casos de surtos ou viagens para locais de risco.

Hepatite – quem não tem imunidade contra as hepatites A e B pode tomar vacinas para cada uma delas, separadas ou combinadas.

O Ministério da Saúde disponibiliza algumas dessas vacinas gratuitamente, por intermédio da rede do SUS. Você pode conferir quais são elas e também as indicações de aplicação e recomendações neste calendário de vacinação para o idoso.

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